quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Dicas do Prof. Pasquale...

No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro' "Minha grande dúvida na infância... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???"
*Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro' "Tá aí a resposta para meu dilema de infância!" Hehehe EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
*Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.' "Se a batata é uma raiz, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?" Tudo bem eu era uma malinha!

'Cor de burro quando foge.'
*O correto é: 'Corro de burro quando foge!' "Esse foi o pior de todos! Burro muda de cor quando foge??? Qual cor ele fica??? Porque ele muda de cor???" Eu queria porque queria ver um burro fugindo para ver a cor dele! Sério! Hahaha

Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.' "Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar!" Hahaha
*O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado, 'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. "Esse... Sei lá!"
*O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso... 'Quem não tem cão, caça com gato.' "Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, quando quer e se quer, mas vai que o bicho tá de bom humor!"
*O correto é:'Quem não tem cão, caça como gato.... ou seja, sozinho!' Vai dizer que você falava corretamente algum desses?

Fonte: recebido por e-mail!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O que você tem feito com o seu tempo?

É bom ter tempo, tempo para escrever, tempo para esquecer, tempo para desabafar.
Eu sinto vontade de escrever, expor aquilo que vejo, penso, analiso e reflito a cada instante, todo dia.
Temos arrumado tanta coisa para fazer, tantos propósitos, tantas juras, ao mesmo tempo tantos obstáculos, e não arrumamos tempo para viver, para sentir e aproveitar as melhores coisas da vida, que de uma maneira geral são bem pequenas, mas muito saborosas. Ao paramos para respirar já é tarde, aliás temos o costume de nos arrepender tarde de mais.
Quando escuto alguém dizer que tem uma vida super-atarefada, cheia de ocupações, que não tem tempo para nada, é porque na verdade ela tem muito, mas muito tempo para fazer as coisas mais prazerosas da vida!

Quantas vezes perdemos o tempo em criticar alguém sem a conhecer, quantas vezes perdemos o tempo em discutir, magoar, fofocar, brigar, porém não fazemos aquilo que realmente nos importa, que nos fazem crescer espiritualmente.Já dizia uma musica da banda Capital Inicial: “...você quer encontrar a solução, mas sem ter nenhum problema”.
Vamos usar o nosso tempo para educar, para aprender, para ajudar e põe ajuda nisso.
Tempo para viajar, conhecer novos lugares, novas comidas, outros povos, outras nações.
As pessoas estão preocupadas em sair com os “amigos” e sentar numa mesa de bar para falar sobre cachaça, drogas e a chamada zuação!
É engraçado como as vezes alguém assusta quando você discute sobre algo que viu na tv sobre política, educação, religião. Não porque você é um astro de Inteligência e sim porque é um careta.
É “banal” falar sobre cultura. Temos usado o nosso valioso tempo para fazer o que realmente gostamos e o que realmente é significante?
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domingo, 4 de outubro de 2009

Abra seus ouvidos e prepare sua alma!

Desde a infância sempre fui um admirador da música clássica. Sempre achei um espetáculo tudo aquilo que envolve uma apresentação de Orquestra Sinfônica: os solistas, o maestro, os músicos, um baita evento cultural.
Porém curiosamente nunca havia tomado a atitude em assistir uma apresentação, talvez pela falta de uma companhia que também apreciasse este estilo.

Fiquei sabendo pela televisão que a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos faria uma apresentação. Por instantes pensei: “Deixa para próxima!” Deixar para próxima? Está ai a grande oportunidade.

A apresentação aconteceu no último dia 23 ás 20horas no Teatro Municipal de São José. Confesso a você que fui desacreditado, até porque eu não iria comparar a orquestra de São José com a de São Paulo, Moscou ou Berlim, das quais acompanho pela TV Cultura.
Mas fui, sinceramente não sabia nem que roupa eu deveria usar para um evento desse. Cheguei ao Teatro Municipal que nem um padre após a missa ou um orador de formatura.

Foi FANTÁSTICO, desde os Solistas e músicos até o público que preenchia os quase 500 lugares do Teatro. A programação contou com operas de Carlos Gomes e Mozart.
Quanto custou tudo isso? Apenas 13 reais (mais barato do que cinema).
Quem não conhece, a orquestra Sinfônica de São José dos Campos desde 2006 é composta por 47 músicos mais o regente, Maestro Marcello Stasi.

Fica aqui então o meu convite para você que também admira concertos e gosta de música.
A orquestra Sinfônica se apresenta uma vez por mês no teatro municipal que fica no Shopping do Centro. Prestigie!
Um programa diferente e uma verdadeira aula para entendermos por exemplo porque Beethoven, Chopin e Mozart foram um dos maiores compositores eruditos da história.

- Mais informações acesse o site da Fundação Cultural Cassiano Ricardo: www.fccr.org.br

quinta-feira, 9 de julho de 2009

SUUUU-CEESSS-SSSOOOO!!!!!!!!!!!

Vejam só até onde chega a criatividade do Brasileiro! Ao mesmo tempo que me espanto, estou com dores na barriga de tanto rir. Estou admirado!

Apreciem:


E você ja pensou na sua dupla? rs...

terça-feira, 7 de julho de 2009

Artigo Game premia estupro e pedofilia!

-Carlos Alberto Di Franco

Tudo começa numa estação do metrô, onde o jogador encontra uma mulher e começa a molestá-la. Os estupros ocorrem primeiro no trem e depois em um parque da cidade. Se o criminoso conseguir fotografar a vítima nua e chorando, ele tem acesso às duas filhas da vítima e também as violenta e, depois, obriga todas a abortar. Se o leitor imagina que estou relatando mais um caso escabroso de crime sexual, errou. Trata-se de uma reportagem, dura e dramaticamente verdadeira, sobre o mercado informal de entretenimento. Renato Machado, repórter do jornal O Estado de S.Paulo, radiografou o conteúdo e comercialização de games vendidos livremente na internet e nas ruas de São Paulo.A reportagem do jornal encontrou o jogo japonês para computador Rapelay nos catálogos de pelo menos cinco vendedores ambulantes que trabalham na região das Ruas Santa Efigênia e Timbiras, no centro de São Paulo.
O Rapelay foi produzido em 2006 pela empresa japonesa Ilusion e no fim do ano passado chegou a outros países. Os jogos podem facilmente ser baixados pela internet, em sites de compartilhamento.Além de ter como foco a violência sexual, o jogo também choca ao mostrar casos de pedofilia, pois uma das vítimas usa um uniforme de estudante colegial e a outra tem 10 anos de idade, Segundo resenhas publicadas sobre o jogo, o estupro contra a segunda é feito em um quarto com ursos de pelúcia. Após elas engravidarem, o criminoso tem de convencê-las a abortar, ou será jogado por elas nos trilhos do trem.O Ministério Público Federal (MPF) tomou conhecimento da existência do jogo por meio de um oportuno alerta da juíza da 16a Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo Kenarik Bouijkian Felippe. Como faz parte do Grupo de Estudos de Aborto, ela recebeu um e-mail com o conteúdo do Repelay e repassou para o MPF.O caso está sendo investigado pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos do MPF. De acordo com o procurador da República Sérgio Suiama, uma das dificuldades para abrir uma investigação criminal é que a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescentes e adultos. "É um absurdo um jogo em que o objetivo seja um estupro, mas infelizmente não há preceitos legais para analisarmos o caso. Ele faz parte de uma grande discussão jurídica sobre até onde vai a liberdade de expressão e onde começa o crime", diz.Conversei com o procurador. O que ele percebe, com razão, é a dificuldade de reprimir um jogo produzido em outro país e que aqui só é comercializado clandestinamente. Combater a pirataria é importante, mas, como todos sabemos, não é nada fácil. Ademais, sublinha Sérgio Suiama, o monitoramento dos sites de compartilhamento é extremamente complicado. Esbarramos na dramática carência de normas internacionais que, de fato, sejam capazes de enfrentar os excessos do mundo virtual.As empresas de comunicação e entretenimento, os legisladores, a sociedade e a família têm papel fundamental na luta contra ações criminosas e marcadamente antisociais. Cabe-nos a responsabilidade de falar claro. A liberdade de expressão termina onde começa o crime e o desrespeito aos valores éticos fundamentais. Produzir e comercializar um jogo que premia estupro e pedofilia é crime de primeira grandeza. A impunidade é uma arma devastadora da estabilidade social. É preciso encontrar mecanismos legais eficientes na repressão desses delitos.Nós, jornalistas, formadores de opinião e empresários da comunicação, precisamos assumir firmemente a bandeira da cidadania. Devemos defender editorialmente as fronteiras que separam a liberdade de expressão do simulacro da liberdade. A falsa liberdade desemboca facilmente no crime hediondo. Matérias como as do repórter Renato Machado estão na melhor linha do jornalismo de qualidade.

**Carlos Alberto Di Franco, diretor do Master em Jornalismo, professor de Ética e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra